Tenho 51 anos, sou economista pela Universidade Mackenzie (1977), com especialização
em Desenvolvimento Latino Americano pela Boston University, em Criatividade pela
Creative Education Foundation, em Aprendizagem Acelerada pela International Alliance
for Learning e em Tecnologia Educacional pela FAAP.
Sou vice-diretor da
Faculdade de Economia da FAAP e coordenador dos cursos in company da FAAP Pós-Graduação.
Sou também membro do Conselho do Instituto Fernand Braudel de Economia
Mundial e do Conselho Superior da Ordem dos Economistas.
O que poucos
sabem é que me tornei intelectual porque "esqueci de crescer", uma vez que até
os 18 anos de idade, joguei basquete nas principais equipes de São Paulo, como
Pinheiros, Sírio e Palmeiras, tendo integrado as seleções paulista e brasileira
em diversas categorias menores.
Posteriormente, continuei jogando nas
equipes principais do Pinheiros e do Paulistano. Atualmente, disputo campeonatos
de veteranos pela equipe do Pinheiros, participando também de campeonatos brasileiros,
pan-americanos e mundiais pelas seleções paulista e brasileira.
Apaixonado
por esportes, é essa faceta que mostrarei nesta coluna, escrevendo sobre este
assunto, mesclando comentários sobre as competições e seus bastidores, esclarecimentos
sobre as diversas modalidades, resenhas dos livros que versam sobre o tema e procurando
compartilhar lições aprendidas nas quadras esportivas que me têm sido extremamente
úteis na vida profissional. |
|  | 
| Contraste
brutal
Luiz
Alberto Machado - 30/8/2006
Recentemente, remexendo em
seus papéis por ocasião de uma mudança, meu pai encontrou um artigo escrito por
mim em 1985 para a PLANA (Agência de Notícias Planalto), cujo título era Basquete
e Vôlei.
Nele, eu vaticinava que enquanto o vôlei brasileiro, que havia
conquistado a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, iria viver
um período de grandes glórias, o basquete, de tantas tradições, iria caminhar
na direção contrária, tendo que atravessar um longo período de dificuldades.
Diante da conquista da medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis,
em 1987, naquela histórica vitória sobre a seleção dos Estados Unidos, que mudou
os rumos das competições de basquete daí em diante, graças à entrada dos jogadores
da NBA, muitos conhecidos que haviam tido acesso àquele meu artigo me criticaram,
dizendo - aberta ou veladamente - que eu havia me precipitado.
Os resultados
obtidos nos anos que se seguiram, no entanto, mostraram que eu não estava errado
em minha previsão. Enquanto nosso voleibol, tanto nas quadras como na areia, acumulou
sucessivos títulos, nosso basquete enveredou por uma trilha descendente, quebrada
apenas pelas conquistas da seleção feminina (campeã mundial e vice-campeã olímpica),
comandada pela maravilhosa dupla Hortência e Paula, duas das mais fantásticas
jogadoras que o mundo já conheceu, bem coadjuvadas por Janete, a única das três
que ainda segue em ação, e que participou também da conquista da medalha de bronze
nas Olimpíadas de Sidney (2000) e do 4° lugar nos Jogos de Atenas (2004).
Naquele
artigo de 1985, eu atribuía o bom desempenho e o futuro alvissareiro do nosso
vôlei ao excelente trabalho desenvolvido por Carlos Arthur Nuzman à frente da
Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). Com atitudes arrojadas e muita competência,
Nuzman havia transformado os campeonatos locais numa atração de mídia, com as
transmissões dos principais jogos (época da grande rivalidade entre Pirelli e
Atlântica Boa Vista) polarizando as atenções do público, a ponto de rivalizar
com o futebol nas discussões entre amigos nas mesas dos clubes e dos botequins.
Os ginásios ficavam superlotados e os nomes de Renan, Bernard, Montanaro,
Amauri, Xandó e William eram gritados por torcedores cada vez mais fanáticos,
e torcedoras cada vez mais enlouquecidas. No feminino, a coisa não era muito diferente,
Vera Mossa, Jacqueline e, principalmente, Isabel, transformaram-se em ídolas -
ou musas.
Na mesma época, o basquete perdia cada vez mais espaço nas transmissões
esportivas, fato que se agravou com o surgimento da TV a cabo, já que a partir
de então o basquete raramente conseguiu espaço nas emissoras abertas, condenando
as novas - e cada vez mais raras - promessas em ilustres desconhecidos.
O
tempo foi passando, e a minha previsão de 1985 ia se tornando, a cada ano, mais
e mais acertada. A chamada geração de prata do vôlei foi substituída pela primeira
geração de ouro, que conquistou, de forma sensacional, o título olímpico em Barcelona
(1992) e o da Liga Mundial de 1993. Era a geração de Maurício, Tande, Giovane,
Carlão, Paulão e Marcelo Negrão, jovens promissores que aparentavam ter um longo
futuro de conquistas à sua frente, sob o comando do técnico José Roberto Guimarães.
Não foi bem assim. Problemas de relacionamento levaram a sucessivas mudanças de
técnicos e a resultados não tão expressivos.
Paralelamente, a seleção
feminina galgava posições no ranking internacional, passando a disputar os principais
títulos sob a batuta do técnico Bernardinho, grande levantador, mas eterno reserva
de William na seleção brasileira. Finalmente, a partir de 2001, tivemos inversão
no comando, com Bernardinho assumindo o comando da seleção masculina e José Roberto
Guimarães o da seleção feminina.
Tem início, então, a fantástica arrancada
do nosso vôlei rumo ao estrelato, com ambas as seleções colecionando os principais
títulos disputados, exceção feita ao feminino que ainda não conseguiu o almejado
ouro olímpico, a não ser na praia, com a dupla Jacqueline e Sandra em Atlanta.
Estamos já na segunda geração de ouro, cujos principais representantes são Giba,
Gustavo, André Nascimento, Ricardinho, André Heller, Rodrigão, Anderson e, novidade
no vôlei moderno, o extraordinário líbero Escadinha. Entre as meninas, Fofão,
Paula Pequeno, Sassá, Sheila, Jacqueline, Fabiana, Walewska, Valesquinha, Carol
Gataz, Fabi e Mari substituíram Fernanda Venturini, Virna, Ana Mozer, Leila, Ida
e Márcia Fu na cabeça e no coração dos milhões de fãs espalhados por todos os
rincões do País.
E o basquete? Mergulhado em crises de toda ordem (o último
campeonato brasileiro terminou sem que houvesse um campeão em razão das confusões
envolvendo a entidade organizadora e os clubes participantes), segue sua triste
trajetória no masculino, quebrado apenas por ilusórias conquistas em torneios
sul-americanos ou em Jogos Pan-Americanos, para os quais, desde 1995, nossos tradicionais
adversários deixaram de enviar seus principais atletas.
Nos campeonatos
mais importantes, porém, uma sucessão de decepções ou desclassificações - não
nos classificamos para uma Olimpíada desde Atlanta (1996), quando Oscar, já retirado
da seleção, foi chamado de volta para liderar uma memorável classificação naquele
Torneio Pré-Olímpico.
Talvez seja por isso que Oscar continua sendo o
grande ídolo do basquete brasileiro, como bem lembrou a "rainha" Hortência no
programa Perfiles (ESPN), mesmo tendo abandonado as quadras há mais de dois anos.
O que aconteceu na última semana reflete bem o atual estado das coisas. Enquanto
a seleção de basquete era humilhantemente desclassificada na primeira fase do
Mundial do Japão, na pior campanha de toda a sua história, a seleção feminina
de vôlei passava invicta por mais uma etapa do Grand Prix (versão feminina da
Liga Mundial), atropelando a seleção chinesa, campeã olímpica, por 3 sets a 0
em Macau, e a seleção masculina conquistava o hexacampeonato da Liga Mundial,
na Rússia, numa eletrizante vitória por 3 a 2 sobre a seleção francesa, depois
de estar perdendo de 2 a 0.
Como apaixonado e praticante do basquete,
é com enorme tristeza que assisto a essa lamentável decadência. Um eventual bom
desempenho da seleção feminina no Mundial que será realizado em São Paulo no mês
que vem (setembro) não pode e não deve servir de consolo. Identificar as causas
que levaram a essa situação não é fácil e o assunto costuma gerar acirradas polêmicas.
Parece-me, no entanto, que está mais do que na hora de começar tudo de
novo, saindo praticamente do zero. Mudanças drásticas são necessárias no alto
comando - com a substituição de dirigentes obsoletos e medíocres -, nos métodos
de trabalho, na organização das competições e na gestão da modalidade como negócio.
Sem isso, dificilmente poderemos esperar pelo retorno dos grandes dias
em que as gerações vitoriosas se sucediam e nossos clubes e seleções estavam sempre
disputando os lugares mais altos do pódio.
Que saudade da geração bi-campeã
de Amaury, Vlamir, Rosa Branca, Ubiratan, Victor, Menon, Mosquito, Succar, Jathyr,
Edson Bispo e Edward. Ou da de Marquinhos, Carioquinha, Helio Rubens, Adilson,
Dodi, Zé Geraldo, Fausto e Fransergio. Ou ainda da de Oscar, Marcel, Israel, Gerson,
Pipoca, Cadum, Guerrinha, Paulinho Villas Boas, Maury, Gilson, Marcelo Vido, Saiani...
| | Ivan
Sakr | 14/09/2006 |
ivan@towertravelbrasil.com.br | Amigo
Pelé
Como amante do Basquete fiquei muito contente em ler um texto tão
lúcido ao invés de tantas besteiras que fomos obrigados a ouvir de comentaristas
durante o Mundial masculino.
È inacreditável o nível de desinformação
e visão de certos formadores de opinião que ao invés de aproveitar o momento para
vislumbrar idéias para tirar nosso basquete do limbo, manipulam a realidade e
passam a acreditar de tal forma que aquilo é real que mesmo o espectador vendo
a cor preta ele tenta convencer ser branca.Parece que este tipo de comportamento
está em alta no nosso país. Falar dos problemas do Basquete brasileiro,demandaria
páginas e páginas de discussão, desde o baixo número de equipes de base a ponto
de termos peneiras em clubes com dezenas de jogadores que voltam a seus lares
sem a possibilidade de espaço para o aprendizado e desenvolvimento, ( estou falando
de jovens de 12 a 14 anos no Estado de São Paulo ), até qual modelo de basquete
adotar para a seleção brasileira, o americano ou o europeu.
Ouvi comentários
sobre a maneira vencedora com que o continente europeu hoje joga, como que fosse
a nova descoberta do basquete de defesa, valorização da bola e dos fundamentos,
ora a antiga Iugoslávia jogava desta forma nos anos 70/80.
Os maus resultados
internacionais que colhemos a tempos é puramente o reflexo de toda conjuntura
que reina dominante no nosso querido Basquete, más administrações, politicagens
ao extremo em todos os níveis, falta de um projeto de desenvolvimento do esporte
a longo prazo, falta de profissionais gabaritados para atuação nas áreas administrativas,
de marketing e planejamento, falta de valorização dos ídolos , falta de absorção
da cultura técnica que estes ídolos possam passar aos jovens valores, e por aí
vai, cada tema deste daria um livro.
De toda forma, parabéns e obrigado
por proporcionar um momento de lucidez no meio de tanta desinformação.
Abraço
Ivan
|
| Fausto
Giannecchini | 01/09/2006 |
fausto@giannecchini.com.br |
Olá meu amigo e companheiro de basquete,Pelé
Parabéns pela matéria,
os seus comentários desde os anos de 1985 foram demais, isto que o volei fez chama
visão empreendedora e globalizada. Falta profissionais atuando na área de esportes/basquete
com conhecimento de administração, operacional, marketing, relacionamento e principalmente
líderes carismáticos para gerenciar nosso querido basquete.
A minha sugestão
é:
1- resgatar o nossos ídolos do passado e do presente para montar um
projeto para os clubes.
2-Lançar um candidato para presidente da FPB ou
verificar o melhor candidato para votar e cobrar atitudes e não ficar em cima
do muro.
3-mudando São Paulo, daremos o primeiro passo e o segundo pensaremos
para frente.
Um abraço esportivo Fausto Giannecchini
|
| Antonio
Sergio Bichir | 01/09/2006 |
asbichir@hotmail.com |
Ao Dodi,
Embora não o conheça e não seja um apaixonado por basquete,
aprendi a admirá-lo como jogador... Acho que as medidas que vc sugere não passam,
necessariamente pela ingerência do Estado/Governo... Até onde sei, o que vem ocorrendo
na Espanha funciona independentemente do Estado.
Agora, se vc está se
referindo a um trabalho nas escolas (não só públicas), ok. Só que eu me pergunto,
caro Dodi: o basquete é uma alternativa para os jovens, seja material e espiritual?
Acho que não..
Um abraço Bichir
|
| Alcyr
Tabarini Lima | 01/09/2006 | alcyrlima@ig.com.br |
Pelé,
Parabéns pelo artigo. Um retrato pra lá de preciso do basquete
brasileiro. Como amante do basquete torço, como observador critico, como ouvinte
e jogador veterano, tenho tido o prazer de conviver com os maiores nomes do basquete
nacional. Os comentários e diagnósticos de todos que passaram pela seleção e jogaram
por clubes de ponta, são exatamente os mesmos.
Samba de uma nota só !
Em uma destas conversas com meus antigos ídolos e hoje amigos de pizza e cerveja,
escutei o seguinte comentário : \" Enquanto o brasileiro não se der conta que
tem de ser muito bom em todos os fundamentos e não só no arremesso, iremos colecionar
muitos insucessos !\" No último mundial, nossa \"melhor geração\" depois da geração
Oscar, pecou em todos.
O índice de erro ou acerto foi igual ou pior do
que o nosso campeonato de veteranos. Erros infantis de passe , marcação ,lance
livre e arremessos de 2 e de 3 pontos (que deveriam ter um bom índice de acerto,
pois em tese, o fundamento que o brasileiro mais investe é exatamente este !)
rechearam nosso olhos tristes e incrédulos.
Como sou bom ouvinte e escuto
os comentários dos que sabem muito mais do que eu, concordo plenamente que se
a nova geração que vem por aí, não se adaptar rapidamente ao basquete moderno
que exige um bom índice de acerto em TODOS os fundamentos, iremos amargar mais
insucessos. É triste saber que o nosso basquete nacional precise de uma cirurgia
tão longa e profunda que vai das categorias de base até seus dirigentes. Mas quanto
antes operarmos, mais rapidamente estaremos curados.
Já escutei várias
vezes a história de um jogador brasileiro que iria ser negociado com um time da
NBA e o técnico americano teceu o seguinte comentário : \"Preciso de um jogador
de basquete e não de um arremessador!\" Bem, isto é da época o nosso arremesso
caia ! Folclore ou verdade !
Grande abraço e parabéns mais uma vez Pelé.
|
| WASHINGTON
JOSEPH \"DODI\" | 31/08/2006 | |
PELÉ, MEU QUERIDO AMIGO E CUNHADO.
É MUITO GRATIFICANTE PODER
COMENTAR ALGO SOBRE O NOSSO ESPORTE FAVORITO, POIS CRESCEMOS E CONTINUAMOS PRATICANDO
ATÉ HOJE O NOSSO BASQUETE. QUANDO COMECEI A DAR ENTREVISTAS POR SER JOGADOR EM
ASCENÇÃO E DEPOIS POR JÁ SER RECONHECIDO ISTO POR VOLTA DE 1970 O PAPO JÁ ERA
QUE OS DIRIGENTES DO NOSSO ESPORTE AMADOR NA EPOCA, DEVERIAM DAR UMA MAIOR ATENÇÃO
AOS ESPORTES DITOS AMADORES E QUE OS RESULTADOS OBTIDOS ERAM EM FUNÇÃO DOS BRASILEIROS
SEREM HEROIS, PORQUE CONQUISTAVAM TITULOS SEM TEREM NENHUMA AJUDA DOS ORGÃOS GOVERNAMENTAIS
E ETC...
ESTE DISCURSO EU JÁ TINHA OUVIDO DE JOGADORES MAIS ANTIGOS QUE
EU E PORTANTO POR SEREM MEUS IDOLOS EU TERIA QUE ACHAR QUE OQUE ELES DIZIAM ERA
A VERDADE. ACONTECE QUE DEPOIS QUE PARAMOS DE JOGAR VEIO O ADVENTO DO PATROCINIO
E OS JOGADORES TORNARAM-SE NA VERDADE PROFISSIONAIS DO ESPORTE, TENDO NOS CLUBES
DE PONTA E NAS SELEÇÕES TODA A CONDIÇÃO PARA TREINAMENTO E COMPETIÇÕES DE ALTO
NIVEL. TODAVIA COM A POSSIBILIDADE DE JOGAREM NO EXTERIOR MUITOS DELES TEM A POSSIBILIDADE
DE GANHOS ASTRONOMICOS E COM CERTEZA A SELEÇÃO BRASILEIRA DEIXA DE SER ALGO TÃO
IMPORTANTE PARA ELES COMO ERA NA MINHA EPOCA E ALGUM TEMPO ATRAS DO MEU COMO JOGADOR.
RESUMINDO : OS ATUAIS JOGADORES NÃO TEM O MESMO ESPIRITO DO QUE UM WLAMIR
, UM AMAURY, UM SUCCAR , UM MENON E POR AI VAI , ATÉ CHEGARMOS NUM INICIO DE CARREIRA
DE UM OSCAR E UM MARCEL. PARA QUE ISTO MUDE , PORQUE A ESTRUTURA DO NOSSO ESPORTE
AMADOR NÃO IRÁ MUDAR TÃO BREVEMENTE,??? POIS ELA É ASSIM DESDE QUE EXISTE.???
ENTÃO OQUE NOS RESTA FAZER?
EU VEJO DA SEGUINTE FORMA :
1-MUDANÇA
TOTAL NA MENTALIDADE DE NOSSOS JOGADORES E PARA ISTO TEMOS QUE COMEÇAR O TRABALHO
NAS EQUIPES DE BASE.
2-A VINDA DE TECNICOS ESPANHOIS OU ARGENTINOS, PARA
MINISTRAREM TUDO DENTRO DO BASQUETEBOL PARA OS NOSSOS TECNICOS.
3-ESTE
É UM TRABALHO PARA PELO MENOS 10 ANOS DE BASE E AI SIM PODEREMOS TER UMA NOVA
MENTALIDADE PARA OS NOSSOS JOGADORES E CONSEQUENTEMENTE UMA NOVA FORMA DE JOGAR.
4- COM A HABILIDADE DO BRASILEIRO ADAPTADA A MANEIRA DE JOGAR O BASQUETE
ATUAL COM CERTEZA TEREMOS UMA GERAÇÃO DE CAMPEÕES.
TALVEZ VOCES PENSEM
QUE EU ESTEJA SONHANDO E QUE ISTO NUNCA SERA POSSIVEL POIS O NOSSO GOVERNO NUNCA
IRA TRAZER PARA SI ESTE TIPO DE TRABALHO, PODE SER QUE SIM PODE SER QUE NÃO, POREM
A OPINIÃO ESTA DADA E ESPERO QUE NÃO LEVE TANTO TEMPO COMO A SUA PARA SER RECONHECIDA.
UM BEIJÃO
DODI |
|
Antonio Sergio Bichir | 31/08/2006 | asbichir@hotmail.com |
Machado, O artigo, além de bem escrito, suscita muitas questões. Por essa
razão, sigo a recomendação de Jack, O Estripador: vou por partes.
1) acho
que os acertos no Voleibol devem-se, sobretudo, á postura \'luterano-calvinista\'
de profissionais como Bernardinho. Esse \'tipo\' de treinador trabalha, ponto!
Acho que seria ingenuidade imaginar que não existam injunções \'políticas\' na
CBV(aí é preciso cuidado: suponho que as criticas se dirigem á politicagem, jogo
mesquinho de interesses). No entanto, as escolhas parecem ter sido corretas e
os profissionais escolhidos provaram sua compet~encia.
2) O Basquete feminino
tem sua última chance nesse Mundial. É uma boa geração, mas está em seu ocaso.
3) Embora vc não tenha mencionado o futebol, sempre é possível especular
sobre as diferenças. Veja,por exemplo, o novo \'técnico\' da amarelinha. Assim
que convocou sua \'lista\', dois jogadores já foram negociados com times europeus
(Jõnathas e Morais). Isso acontece no voleibol? É possível, mas os atletas mostram
em quadra seu valor e não precisam de maracutaias para negociar melhores contratos.
4) A seleção masculina de basquete, dizem, reúne a melhor geração de jogadores
depois de Oscar, Marcel et caterva. O que faltou para uma participação menos decepcionante?
Aliás, seria possível alcançar uma melhor participação? Não sei...
Por
enquanto, é isso aí!
grande abraço, Bichir |
| Mario
Pascarelli | 31/08/2006 | mpascarelli@faap.br |
Caro Machado, Além de você ser um articulista de primeira linha, as suas
considerações sobre o basquete nacional são extremamente assertivas. Em qualquer
modalidade esportiva, e porque não dizer em qualquer atividade, quando a política
fala mais alto do que a gestão os resultados são desastrosos.
Abraços
Mario |
| Decio
Cecilio Silva | 31/08/2006 | deciojr@sabesp.com.br |
Parabéns pelo artigo, tenho a mesma visão sobre o que aconteceu e acrescento
que enquanto tivermos dirigentes que ¨vivem¨ do basquete, vai continuar como está...
Abraço Decio |
| Paulino | 31/08/2006 | mpaulino@seade.gov.br |
Beto, Na
verdade depois que eu parei as foram afundando...(volei, eu nunca joguei)
O
artigo esta muito bom!!!
Abraços |
|

| |